Biografía, discografía y letras de Milton Nascimento

Milton Nascimento es un cantautor y guitarrista nacido Río de Janeiro el 26 de octubre de 1942.
Desde chico estuvo emparentado a la música, ya que su madre cantaba en un coro y en los festivales locales, a los cuales Milton acudía en su compañía. Su padre, ingeniero electrónico y profesor de matemáticas que trabajó durante tiempo como controlador de una radio, lo acercó a su vez al mundo radial, donde éste llegó a trabajar de pinchadiscos en algunas emisiones.

Con tan solo 19 años Milton Nascimento se fue a la ciudad de Belo Horizonte a probar suerte con la música y luego de tocar en cuanto lugar pudo se hizo conocido gracias a que la cantante Elis Regina grabó su tema "Cançao do Sal".
Al año siguiente ya participó del Festival Internacional de la Canción de Brasil y desde entonces su carrera no tuvo freno.

Biografía, discografía y letras de Milton Nascimento

 

Su estilo musical abarca y fusiona diversas tendencias como la samba, la música popular brasileña, el rock, el pop y diversos ritmos internacionales.

En Brasil adquirió fama en 1972 con el lanzamiento del disco conjunto ‘Clube Da Esquina’, donde aportó los sencillos "Cais (Dock)" y "Cravo e Canela". Estos temas hoy en día son regrabados por diversos e incipientes artistas como himnos representativos de la música brasileña.

La fama a nivel internacional le llegó con el disco On Angelus, donde tuvo la colaboración del saxofonista Wayne Shorter, y comenzó a ser respetado por el público de la escena jazz y pop en los años 70’.

Desde entonces hasta hoy, Milton Nascimento ha grabado 28 discos con letras de su propia autoría y fue condecorado con diversos premios a nivel local e internacional.
Sus discos han sido editados en Europa, Japón, Hispanoamérica y Estados Unidos.

Discografía de Milton Nascimento

Repasa los 28 discos que ha editado Milton Nascimento a los largo de su carrera:

1. Milton Nascimento - 1967

2. Courage - 1968)
3. Milton Nascimento - 1969
4. Milton -1969
5. Milton Nascimento/Lo Borges Clube do Esquina - 1972
6. Milagre Dos Peixes - 1973
7. Minas -1975
8. Geraes - 1976
9. Milton - 1976
10. Milton Nascimento/Lo Borges Clube do Esquina 2 - 1978
11. Travessia - 1978
12. Journey To Dawn - 1979
13. Sentinela - 1980
14. Cacador de Mim - 1981
15. Anima - 1982
16. Quilombo - 1982
17. Ao Vivo - 1983
18. Encontros e Despedidas - 1985
19. A Barca Dos Amantes - 1986
20. Yauarate - 1987
21. Miltons - 1989
22. Txai – 1990
23. Planeta Blue Na Estrada do Sol (en vivo) - 1992
24. Angelus - 1994
25. Amigo - 1995
26. Nascimento - 1997
27. Tambores de Minas - 1997
28. Milton Nascimento Crooner- 1999

Letras de Milton Nascimento

Te ofrecemos las mejores letras de Milton Nascimento, verdaderas obras de arte que este cantautor brasileño a generado a lo largo de su carrera.

Maria MariaBiografía, discografía y letras de Milton Nascimento

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta

Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que rí
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria...

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....

Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria...

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho, sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida

Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...

Clube da Esquina

Noite chegou outra vez, de novo na esquina
Os homens estão todos, se acham mortais
Dividem a noite, e lua e até solidão
Neste clube, a gente sozinha se vê pela última vez
À espera do dia, naquela calçada
Fugindo de outro lugar perto da noite estou
O rumo encontro nas pedras
Encontro de vez um grande país
Eu espero, espero do fundo da noite chegar
Mas agora eu quero tomar suas mãos
Vou buscá-la aonde for
Venha até a esquina
Você não conhece o futuro
Que eu tenho nas mãos
Agora as portas vão todas se fechar
No claro do dia, o novo encontrarei
E no curral D'El Rey
Janelas se abrem ao negro do mundo lunar
Mas eu não me acho perdido
No fundo da noite partiu minha voz
Já é hora do corpo vencer a manhã
Outro dia já vem e a vida se cansa na esquina
Porque se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem se lembra se olhou pra trás
Ao primeiro passo, asso, asso
Asso, asso, asso, asso, asso, asso
Porque se chamavam homens
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases lacrimogênios
Ficam calmos, calmos
Calmos, calmos, calmos
E lá se vai mais um dia
E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração na curva
De um rio, rio, rio, rio, rio
E lá se vai...
E lá se vai...
E o rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeiras
Entope o meio-fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente, gente
Gente, gente, gente, gente, gente

Durango Kid

Propriamente eu sou Durango Kid
Eu vim trazer, eu vim mostrar
Novo jornal, novo sorriso
Novo jornal, novo sorriso
Propiamente dizer o só exato
Pois hoje eu sou o que eu fui
Não desmenti o meu passado
Esse jornal é o meu revólver
Esse jornal é o meu sorriso

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